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DIA 27 DE JULHO DIA NACIONAL DE PREVENÇÃO
DIA 27 DE JULHO DIA NACIONAL DE PREVENÇÃO DIA NACIONAL DE PREVEÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO
27/07/2019
Símbolo da luta dos trabalhadores que reivindicaram melhorias em seus ambientes de trabalho no começo dos anos 70, o 27 de julho é a data escolhida, nacionalmente, para homenagear vítimas desse tipo de fatalidade e, principalmente, conscientizar sobre a importância de ações preventivas diárias nas grandes empresas.

História

Nos anos 70, período em que o Brasil recebeu inúmeros investimentos, o número de acidentes de trabalhadores assustava. Por isso, o Banco Mundial decidiu cortar os financiamentos, caso os números de vítimas fatais de acidentes não diminuíssem. Essa medida não foi drástica, muito pelo contrário – ela foi necessária. Nessa época, cerca de 1,7 milhão de acidentes aconteciam anualmente e 40% dos funcionários sofriam lesões no desempenho de suas atividades profissionais. A medida resultou na publicação das portarias nº 3236 (que institui o Plano Nacional de Valorização do Trabalhador) e 3237 (que torna obrigatório o serviço de medicina do trabalho e engenharia de segurança do trabalho), em 27 de julho de 1972.

Além da regulamentação e da publicação nas portarias, foi nessa época em que o artigo 164 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) foi atualizado, tornando obrigatória, então, a atuação e formação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA).

Outro fato importante que é sempre relembrado no 27/7 é que o Brasil foi o primeiro país a ter um serviço obrigatório de Segurança e Medicina do Trabalho em empresas com mais de 100 funcionários.

Nessa data é sempre importante relembrar sobre as práticas mais comum que garantem a segurança dos colaboradores dentro da empresa. Por isso a BEMA FUNDIÇÃO LTDA prática diariamente as medidas de segurança com todos seus colaboradores, bem como um planejamento de prevenção e cuidados com a saúde do trabalhador. Também é indispensável fazer inspeções regularmente e sempre se atualizar sobre as novidades e boas práticas sobre o assunto.

Parabéns a todos que colaboram com a segurança de nossa Empresa.
BEMA FUNDIÇÃO LTDA
Acordo Mercosul
Acordo Mercosul Acordo UE-Mercosul pode ser ratificado em dois anos. Assinado no último dia 28 de junho, o tratado de livre-comércio entre os blocos econômicos pode levar até dois anos para ser ratificado. A previsão é do presidente da Câmara de Comércio Brasil-Espanha, José Gasset Loring. Os próximos passos são a aprovação do Conselho Europeu, prevista para o último trimestre deste ano, e a apreciação do texto pela Eurocâmara, que deve acontecer em 2020.

Agora com o acordo entre Mercosul e UE, Brasil precisa reduzir burocracia, carga tributária e problemas de infraestrutura e logística.

Um acordo que demorou 20 anos para ser fechado finalmente aconteceu. Mercosul e União Europeia concordaram em iniciar um processo de retirada de barreiras tributárias e administrativas em direção ao livre comércio. Trata-se da maior abertura ao exterior do País em toda a sua história econômica, envolvendo 27 países (sem contar o Reino Unido) da Europa e quatro do Cone Sul.

No caso específico de automóveis e comerciais leves, que representam 94% de todos os veículos vendidos aqui, o impacto será grande, mas não imediato. Na realidade, as tarifas de importação dos produtos motorizados europeus só estarão zeradas dentro de aproximadamente 17 anos.

Para começar, estimam-se dois anos para aprovação em todos os 31 parlamentos nacionais envolvidos. Em seguida, os europeus poderão enviar ao Brasil 32.000 automóveis anualmente, durante sete anos, com desconto de 50% sobre os 35% do atual imposto de importação (II). Acaba, então, o regime de cotas.

A seguir, um período de oito anos de redução do II, obedecendo a uma escala de redução anual, sem cotas: 28,4%; 21,7%; 15%; 12,5%; 10%; 7,5%; 5%; 2,5%. Pode parecer estranho, mas é isso mesmo. Após sair do regime de cota fixa e 17,5% de II, o período de livre importação começa com alíquota de 28,4% até a eliminação no 16º ano.

No fluxo oposto, os europeus impõem taxa de 10% de II, mas o Brasil não exporta, atualmente, para lá (já o fez com VW Fox, entre outros). Essa alíquota será zerada em intervalo bem curto, ainda por estabelecer. Está aí uma oportunidade para o País na faixa de automóveis e SUVs compactos, caso a lição de casa ocorra conforme se supõe.

Aliás, não há alternativa nos próximos 15 anos para a indústria automobilística aqui instalada sobreviver com um mínimo de dignidade e peso específico. O tempo é suficiente para rebaixar drasticamente o Custo Brasil e suas deficiências bem diagnosticadas: burocracia geral e fiscal sufocantes, alta carga tributária, infraestrutura e logística da pior qualidade, ambiente ruim de negócios, descontrole dos gastos públicos, etc.

Aspecto interessante do acordo é o reconhecimento mútuo dos regulamentos técnicos (segurança, emissões e outros). Tornam os produtos europeus ainda mais competitivos, enquanto modelos dos Estados Unidos, Canadá, Coreia do Sul e até da China perderão atratividade. Há, no entanto, negociações em vista com os três primeiros dos quatro.

Também, a partir de agora, o Mercosul deve parar de brincar. Desde 1991 o comércio livre estava previsto. Mas, até o momento, o Brasil para cada US$ 1,50 exportado à Argentina tem de obrigatoriamente importar US$ 1, sem incidência de II. Esse assunto arrastado por quase três décadas exige uma solução. Cada país tem de se especializar em modelos específicos para ganhar escala de produção e aumentar o poder de competição internacional.

Estratégias de todas as 20 marcas com instalações industriais hoje no Brasil precisam ser revistas desde já. Pode significar nível de investimentos para cima ou para baixo. Os que forem suficientemente rápidos farão do limão uma limonada. Quem vai ganhar mesmo é o consumidor, graças à abertura do País para o mundo.

Fonte: http://automotivebusiness.com.br/artigo/1777/sem-alternativa
Autopeças Faturando
Autopeças Faturando Autopeças faturam 13,7% a mais no acumulado até maio.
Demanda continua aquecida por causa das montadoras; exportações perdem participação .

s fabricantes de autopeças instalados no Brasil faturaram 13,7% a mais de janeiro a maio deste ano que no mesmo período do ano passado. As vendas para as montadoras continuam impulsionando o setor. Registraram alta de 15,8% e responderam por quase 65% dos ganhos do segmento. Os números foram divulgados pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças).

As exportações aumentaram 5,3% na análise em reais, mas em dólares anotaram queda de 8,4%. As vendas externas têm sido prejudicadas pela recessão na Argentina, principal parceiro comercial. Como comparação, em maio de 2018 as exportações representaram 19,1% do faturamento do setor. No mesmo mês de 2019 essa fatia caiu para 16,5%.

As vendas para o mercado de reposição continuam aquecidas e cresceram 9,7% de janeiro a maio sobre iguais meses do ano passado. O pós-venda deteve 13,5% de todo o faturamento do setor ao longo dos cinco meses.

É preciso recordar que, no acumulado até abril, a alta registrada para o faturamento total das autopeças estava abaixo de 8%. O salto para os atuais 13,7% no acumulado dos cinco meses ocorreu porque maio do ano passado teve forte impacto da greve dos caminhoneiros.

TAXA DE UTILIZAÇÃO DA INDÚSTRIA E EMPREGOS

No mês de maio as fábricas do setor de autopeças anotaram pico de utilização da capacidade instalada de 73%, o maior índice desde fevereiro de 2018. A menor taxa anotada em 2019 foi em janeiro, 67% de utilização.

O emprego nacional no setor de autopeças registra pequena queda de 1,7% no acumulado do ano, mas a análise nos últimos 12 meses revela crescimento de 3,6%.

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